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Fenômenos
estes, naturais que repousam sobre as propriedades do perispírito, sua
capacidade de exteriorizar-se, irradiar-se, sobre suas propriedades depois da
morte que se aplicam ao perispírito dos vivos (encarnados).
Os laços
que unem o perispírito ao corpo temporal, afrouxam-se por assim dizer,
facultando ao espírito manter-se em relativa distancia, porém, não desligado de
seu corpo. E esta ligação, permite ao espírito tomar conhecimento do que se
passa com o seu corpo e retornar instantaneamente se algo acontecer.
O corpo por
sua vez, fica com suas funções reduzidas, pois dele foram distanciados os
fluidos perispirituais, permanecendo somente o necessário para sua manutenção.
Este estado em que fica o corpo no momento do desdobramento, também depende do
grau de desdobramento que aconteça.
Os
desdobramentos podem ser:
a)
Conscientes:
Este,
caracteriza-se pela lembrança exata do ocorrido, quando ao retornar ao corpo o
ser recorda-se dos fatos e atividades por ele desempenhadas no ato do
desdobramento. O sujeito é capaz de ver o seu “Duplo”, bem próximo, ou seja, de
ver a ele mesmo no momento exato em que se inicia o desdobramento.
Facilmente
nestes casos, sente-se levantando geralmente a cabeça primeiramente e o restante
do corpo, depois. Alguns flutuam e vêem o corpo carnal abaixo deitado, outros
vêem-se ao lado dos corpos, todavia esta recordação é bastante profunda e a
consciência e altamente límpida neste instante.
Existe uma
ligação ainda profunda dos fluidos perispirituais entre o corpo e o perispírito,
facilitando assim, as recordações pós-desdobramento.
b)
inconscientes:
Ao retornar
o ser de nada recorda-se. Temos que nos lembrar que na maioria das vezes a
atividade que desempenha o ser no momento desdobrado, fica como experiências
para o próprio ser como espírito, sendo lembrado em alguns momentos para o
despertar de algumas dificuldades e vêem como intuições, idéias. |