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Os fluidos
perispirituais são neste caso bem mais tênues e a dificuldade de recordação
imediata fica um pouco mais árdua, todavia as informações e as experiências
ficam armazenadas na memória perispiritual, vindo a tona futuramente.
Em
realidade a palavra inconsciente, é colocada por deficiência de linguagem, pois,
inconsciência não existe, tendo em vista o despertar do espírito, levando
consigo todas as experiências efetivadas pelo mesmo, então colocamos a palavra
inconsciente aqui, é somente para atestarmos a temporária inconsciência do ser
enquanto encarnado.
c)
Voluntários:
Se a
própria pessoa promove este distanciamento. Analisemos algo bastante singular,
nem todos os desdobramentos voluntários há consciência, pois como dissemos acima
poderão haver algumas lembranças do ocorrido, existem ainda muitas dificuldades,
no momento em que o espírito através de seu perispírito aproxima-se novamente de
seu corpo, pela densidade ainda dos órgãos cerebrais é possível haver bloqueio
dessas experiências.
É
necessário salientar que o ser encarnado na terra, ainda se encontra distante de
controlar todos os seus potenciais, e por isso também há este esquecimento. Haja
vista, algumas pessoas até provocarem o desdobramento e no momento de
consciência terem medo e retornarem ao corpo apressadamente, dificultando ainda
mais a recordação.
Os
desdobramentos podem também ocorrer nos momentos de reflexões, onde nos
encontramos analisando profundamente nossos atos e cuja atividade nos propicia
encontrar com seres que nos querem orientar para o bem, parte de nosso
perispírito expande-se e vai captar as experiências e orientações devidas.
d)
Provocados:
Através de
processos hipnóticos e magnéticos, agentes desencarnados ou até mesmo encarnados
podem propiciar o desdobramento do ser encarnado. |