Trabalho para me Drogar.

Drogo-me para Trabalhar !!!

Aluney Elferr Albuquerque Silva

 

Um grande problema tem feito parte do dia a dia das empresas no Brasil e no mundo, funcionários que consomem drogas.

Algumas, mas ainda poucas empresas já implantaram os programas de reabilitação para drogadictos, dentro do próprio local de trabalho ou em Instituições especializadas tal como o INSTITUTO NAF BRASIL. A tendência é que esta atitude das empresas aumente, pois já foi descoberto que a cada real investido em programas de reabilitação, tem-se um retorno de sete reais em forma de aumento de produtividade, diminuição de ausências, melhoria do estado de saúde, relacionamento, etc.

O drama vivido por várias pessoas dentro do ambiente de trabalho passa desde o desprezo dos colegas até a dificuldade de perceber que efetivamente tem um problema crônico que está acabando com sua carreira, família, saúde e auto-estima.

A pessoa começa a viver em função da droga e tudo mais passa a ser secundário. Inclusive o risco a vida de várias pessoas como no caso de profissões como motoristas de ônibus e táxis, pilotos de avião, policiais, e muitos outros que nem imaginamos, mas que um descuido pode acabar com a vida da própria pessoa e ainda levar a de outros que não tem nem idéia de que isto poderia acontecer.

Então, entendemos que a dimensão desde fato pode ser catastrófica, como cada um de nós pode buscar na memória a história de algum tipo de acidente desta natureza.

O ideal seria se as empresas desenvolvessem programas de prevenção de drogas dentro de suas empresas e que investissem em prevenção fora dela, nas escolas, no bairro onde se aloca, ou se associassem às instituições preparadas para isso.

Tanto o programa de prevenção como o de reabilitação têm suas características frustrantes, pois não de trazem uma garantia de que as pessoas não irão se envolver com drogas ou que não retornarão a elas, mas de qualquer maneiras são atividades que estimulam a auto-estima dos indivíduos sem associá-la ao poder mágico e falso das drogas.