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Se
aconteceu uma tragédia na cidade vamos examiná-la, à luz do Espiritismo. Está no
momento da clonagem. Vamos falar sobre clonagem, à luz da Doutrina Espírita.
Está nos noticiários a corrupção. Vamos falar sobre a corrupção e a terapia
Espírita.
Infelizmente não está ocorrendo isso. Convida-se, às vezes, oradores admiráveis,
fascinantes, porém, totalmente deslocados. Palestras que se pode ouvir em
qualquer lugar.
Na Casa
Espírita vão as pessoas atormentadas, buscando consolação, com a alma
despedaçada pela morte de seres queridos e, se ouvem uma coisa que nada tem a
ver com a proposta da Doutrina Espírita, saem desoladas. Agindo assim, estaremos
fraudando a proposta do Espiritismo.
Temos visto
congressos espíritas - não é crítica, é análise – em que se aborda Terapia pela
dança. É uma maravilha. Mas não num congresso espírita. Vamos fazer isso num
congresso de Yoga, que respeitamos muito, ou num congresso de psicoterapia e
então coloquemos música, metais, cristais, mas não num congresso espírita.
Ah! É
porque nossos irmãos estão doentes, justificam. Nesse caso, falemos das causas
das doenças. Das causas anteriores das aflições. Das causas atuais das aflições.
A terapia
da dança podemos encontrar em qualquer setor do mundo social, respeitável e
nobre. Mas quando vamos à Casa Espírita, esperamos encontrar a proposta
espírita.
O Centro
Espírita tem que ser o lugar de Doutrina Espírita.
Daí o
Centro Espírita tem que ser espiritizado. É a proposta de Joanna de Ângelis.
Qualificar
A segunda
vertente de sua proposta é Qualificar.
Vivemos
hoje a época da qualidade total. Qualificação é indispensável. Nós, às vezes
vamos à Casa Espírita com nossos hábitos ancestrais, o que é natural. Mas o fato
de entrarmos na Casa Espírita não muda nossa existência. Levamos a nossa
qualificação muitas vezes empírica, singela, e vamos exercer certas funções para
as quais não estamos qualificados.
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