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Abusaram tanto da autoridade que caíram na
exaltação da paranóia sem darem conta disso.
Relaciona os que asseveram amar, transformando a
afetividade no egoísmo envolvente.
Apaixonaram-se tanto por criaturas e cousas,
cultivando exigências, que deliram positivamente sem perceber.
Anota os que avançam, hipnotizados pelas dignidades
que receberam do mundo.
Fascinaram-se tanto pelas honras exteriores que
olvidaram os semelhantes a quem lhes compete o dever de servir.
Nenhum deles atrasou por maldade. Foram vitimas da
ilusão que, freqüentemente, se agiganta qual imenso nevoeiro na periferia da
vida, mas regressarão depois à verdade triunfante para atenderem às tarefas que
realizas.
Para todos eles que ainda não conseguiram chegar à
grande renovação é compreensível o adiamento do trabalho a fazer.
Entretanto, nada nos justificaria desânimo ou
deserção na Obra do Cristo, porque embora estejamos consideravelmente distantes
da sublimação necessária, transportamos conosco o raciocínio lúcido e libertado
no sustento da fé.
Emmanuel
(espírito)
Fonte:
Livro da Esperança - Edição CEC - Comunhão Espírita Cristã - Uberaba, MG.
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