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Ao despedir-se, não prende o beneficiado em nenhuma
recomendação e, no abrigo de que se afasta, não estadeia demagogia de palavras
ou atitudes, para atrair influência pessoal.
No exercício do bem, ofereceu o coração e as mãos,
o tempo e o trabalho, o dinheiro e a responsabilidade. Deu de si o que podia por
si, sem nada pedir ou perguntar.
Sentiu e agiu, auxiliou e passou.
Sempre que interessados em aprender a praticar a
misericórdia e a caridade, rememoremos o ensinamento do Cristo e façamos nós o
mesmo.
Emmanuel
(espírito)
Fonte:
Livro da Esperança - Edição CEC - Comunhão Espírita Cristã - Uberaba, MG.
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