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Somemos semelhantes desgostos às tribulações dos
que clamam por equilíbrio nas grades dos manicômios; dos que sonham liberdade na
estreiteza do cárcere; dos que choram manietados em leitos de expiação e dos
milhares de espíritos desencarnados, ainda em pesadelos indescritíveis, que
comunicam à esfera física os rescaldos do próprio desespero, e verificaremos que
a tristeza destrutiva é comparável à praga fluídica, prejudicando todos os
flancos da evolução na Terra.
Ponderando tudo isso, respeitemos a dor, mas
plantemos a alegria e a esperança, onde nossa influência logre chegar.
Falemos de otimismo, cultivemos serviço, ensinemos
confiança e exercitemos serenidade.
Ninguém espera sejamos remédio a toda angústia e
rio a toda sede, entretanto, à frente da sombra e da secura que atormentam os
homens, cada um de nós pode ser a consolação do raio de luz e a bênção do copo
d’água.
Emmanuel
(espírito)
Fonte:
Livro da Esperança - Edição CEC - Comunhão Espírita Cristã - Uberaba, MG.
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