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Abre-se um
canal anímico que permite a drenagem de núcleos energéticos adormecidos pelo
esquecimento das vidas anteriores.
O fenômeno
de déjà-vu ocorre também relacionado com locais, além de pessoas. A aura
energética não é propriedade apenas dos seres humanos, mas, embora não irradiem
como foco produtor de emoções, os objetos, residências e cidades têm sua própria
“egrégora ”(campo energético que irradia uma vibração), pela imantação
energética dos pensamentos dos homens que se relacionaram com aquele ambiente .
A lei de
sintonia sempre se verifica ao identificarmos as vibrações que foram muito
representativas, em termos de experiência pessoal anterior.
São muito
impressionantes os fenômenos de déjà-vu que se verificam por ocasiões de viagens
ao exterior, quando o turista de forma repentina e emocionante passa a
identificar, em detalhes, um local como fosse de seu conhecimento prévio,
naturalmente, sem nunca ter estado no referido local e especialmente quando
nunca ouviu falar da existência do mesmo.
Sabemos
que, para os adversários da reencarnação outras explicações são utilizadas. Como
se não bastasse o inconsciente ser considerado tal qual um saco sem fundo, que,
como faz “Papai Noel”, tira de lá qualquer presente desejado pela criança, o
inconsciente coletivo seria uma forma de contato entre todos os seres humanos e
locais, de tal forma que, pelo mágico intercâmbio universal, uma pessoa poderia
sintonizar com qualquer faixa do inconsciente coletivo e receber qualquer tipo
de impressão passada ou presente da humanidade...
Parece
anedota, mas é real, quando uma criança européia passou a falar chinês arcaico e
recordar-se de uma vida pretérita, foi considerada uma explicação o fato de sua
mãe, durante a gestação, ter vivido próximo a uma lavanderia chinesa e
provavelmente ter captado pelo seu inconsciente coletivo todo aquele
conhecimento da língua asiática...
Embora não
tenha valor científico algum o que pude observar, não vou conseguir resistir à
tentação de narrar uma experiência pessoal vivida pela minha esposa Helena, em
junho de 1988.
De
Florianópolis, sul do Brasil, sonhávamos em conhecer a Europa que sempre nos
atraiu misteriosamente. Eu elegi a Inglaterra como local que desejava visitar.
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