Haverá maior dificuldade para o doutrinador concatenar suas idéias e maior perturbação para o comunicante. E não podemos, naturalmente, esquecer o médium, que, sem apoio vibracional, experimentará inesperadas limitações.

Fácil, pois, é concluir que, nas tarefas de intercâmbio destinadas a estender conforto e esclarecimento àqueles que se encontram na craticidade, quem não ajuda atrapalha. Por isso, forçoso é admitir que a sessão espírita não é um tribunal, nem repartição especializada em identificar desencarnados e muito menos local de recreação, onde as criaturas se portem com displicência, e sim um templo divino, onde o contacto com a espiritualidade superior deve inspirar respeito e atenção.

E se nos é lícito considerar a sessão espírita como recurso de socorro para nossos males físicos e psíquicos, é preciso reconhecer que a. condição indispensável para sermos atendidos é a disposição em socorrer aqueles que sofrem mais.

 

Fonte: www.espirito.org.br