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Tragédias
Coletivas: Por Quê ?
Suely Caldas
Schubert
A dolorosa
ocorrência da queda do avião da TAM, que ia de São Paulo para o Rio, causando a
morte de quase cem pessoas, traz novamente, de forma mais intensa e angustiosa a
pergunta: por quê? por que acontecem essas tragédias coletivas?
Outras
indagações acorrem à mente: por que alguns foram salvos, desistindo da viagem ou
chegando atrasados ao aeroporto? Por que alguns foram poupados e outros
receberam o impacto da queda do avião em suas casas ou na rua?
Somente o
Espiritismo tem as respostas lógicas, profundas e claras que explicam,
esclarecem e, por via de conseqüência, consolam os corações humanos.
Para a
imensa maioria das criaturas essas provas coletivas constituem um enigma
insolúvel pois desconhecem os mecanismos da Justiça Divina, que traz no seu
âmago a lei de causa e efeito.
Ante
tragédias como essa mais recente, ou como outras de triste memória: o incêndio
do Edifício Joelma, em São Paulo; o incêndio no circo em Niterói; outros
desastres de avião; terremotos; inundações; enfim, diante desses dramáticos
episódios a fé arrefece, torna-se vacilante e, não raro, surge a revolta, o
desespero, a descrença.
Menciona-se
que Deus castiga violentamente ou que pouco se importa com os sofrimentos da
Humanidade. Chega-se ao ponto de comparar-se o Criador a um pai terreno e, nesse
confronto, este sair ganhando pois zela pelos seus filhos e quer o melhor para
eles, enquanto que Deus...
O
Codificador do Espiritismo interrogou os Espíritos Superiores quanto às provas
coletivas, no item intitulado Flagelos Destruidores, conforme vemos em "O Livro
dos Espíritos", nas questões 737 a 741, que recomendamos ao atencioso leitor.
Nos últimos
tempos a Espiritualidade Amiga tem-se pronunciado a respeito das provações
coletivas, conforme comentaremos a seguir.
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