Escreveu livros de estudos históricos, de assuntos diversos, de romances, de política, entre outros. Foi novelista, e em decorrência disto, foi um precursor dos métodos científicos de pesquisa policial e admirável historiador.

O recurso de que era dotado para exteriorizar sua imaginação, secundado pela comunicabilidade do seu estilo e espontaneidade do seu poder criativo, fizeram dele um escritor de renome mundial, admirado por todos os povos.

Nos últimos anos do século passado, grandes médiuns ingleses, norte-americanos e de outros países haviam chamado a atenção de figuras de renome do mundo científico inglês. Os fenômenos eram patentes em toda a parte.

Era o advento do novo espiritismo, provocando polêmicas, controvérsias, críticas e entusiasmos. Em 1882 foi fundada a S.P.R. - Sociedade de Pesquisas Psíquicas, da qual grandes vultos da ciência se tornaram associados.

No dia 2 de julho de 1887 (há 110 anos), a revista inglesa "Light", publicou a célebre carta de Conan Doyle, dirigida ao seu diretor, delineando as razões da sua conversão ao Espiritismo. Essa carta foi reproduzida na edição de 27 de agosto de 1927, da mesma revista.