A semente da Doutrina Espírita, que germinaria um dia, foi lançado no lar, pelo seu pai, que desde cedo fazia comentários que os filhos foram interiorizando, para deixarem desabrochar quando fosse chegada a hora.

E a hora sempre chega, basta a disposição de estudar e trabalhar, sobretudo quando Deus, na sua bondade, faz lembrar através do aguilhão do sofrimento, que se traz uma ferramenta de trabalho e que ela deveria ser utilizada: - a mediunidade.

Em 1971 foi levada ao Centro Assistencial Batuíra, onde desenvolveu sua mediunidade psicofônica, e onde permaneceu até 1993, quando precisou deixá-lo por motivo de saúde.

Organizou, para essa instituição, durante muitos anos, bazares beneficentes para a construção de uma creche, que hoje se encontra em pleno funcionamento, e coordenava um grupo de senhoras que confeccionava trabalhos para os referidos bazares, confeccionando-os também.

Foi nessa Casa Espírita que recebeu, pela primeira vez, a 10 de julho de l990, psicofonicamente, o Espírito que, mais tarde, veio a identificar-se como Eça de Queirós, e o fez quase um ano após, depois que o primeiro livro estava pronto.

Executou esse trabalho mediúnico por mais de dez anos, era ligada à Sociedade Espírita Kardecista "O Consolador". Lançou 13 títulos, partindo da publicação de Getúlio Vargas Em Dois Mundos, na 10ª edição, sendo o último, lançado em Março de 2004 sob o título "O Tempo" com mais de 10 mil exemplares vendidos em apenas dois meses.

 

Fonte: Grupo Espírita Renascer