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Alie-se a isto as histórias dos próprios internos que ali já
residiram. Dramas e alegrias, enfermidades e abandono, emoções e casos
familiares comoventes, que diretores, funcionários e voluntários
presenciaram durante toda a história da entidade.
Há casos peculiares como o de D. Maria (dedicada cozinheira) ou de
Thereza de Mello, interna desde a fundação, quando foi acolhida ainda
adolescente em virtude da morte dos pais.
Muitos tiveram passagem muito rápida, outros permaneceram por décadas
como o amigo conhecido por “José da Barra”.
Outros vieram como verdadeiras bênçãos como é o
caso de Osvaldo Culpi, trabalhador incansável que muito nos ajudou.
A instituição teve ensejo de acolher ainda personagens ilustres da
história da cidade, como os queridos “Migué Bobo” e o “Pedro Caneca”,
cujas vidas já comentamos neste semanário. E de Gilberto, que ora
chegou...
E, claro, como esquecer diretores e voluntários ilustres em todos os
tempos como D. Clara, D. Vinoca,
Genoefa
(minha mãe), D. Rachel (e incluímos sua mãe e irmãs), Dilce Ferreira e
irmãs; o próprio fundador José Gonçalves e sua esposa, D. Margarida;
bem como Pedro Carrara e esposa, e Mauricio Faraco.
Este último, valoroso batalhador pela construção do prédio e depois
também na primeira reforma geral. Entre outros, é óbvio. Uma vez mais
fica impossível citar todos os nomes.
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