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Sempre com
projeção de imagens, texto enxuto, técnicas sugeridas, casos vividos, histórias
emocionantes, personagens especialmente criados para o Seminário e doses
necessárias de bom humor.
Sendo a
apresentação do tema resultado de suas experiências pessoais como esclarecedor
nas reuniões mediúnicas, qual a experiência mais marcante que você viveu?
Foram
várias, mas para ficarmos numa única, posso citar o caso de um homem maduro e
“baladeiro” que, sem maiores compromissos, acabou por misturar remédios de
“potência” e álcool e assim desencarnou. Enquanto conversávamos, nos falava que
tinha cochilado e achava esquisito estar “naquele” lugar. Perguntou que lugar
era aquele e eu disse que era uma espécie de anexo do lugar onde ele estava.
Ele quis
saber mais e foi necessário dizer que ele teve uma crise e fomos chamados a
intervir. Para encurtar a descrição, ele acabou por “descobrir” por ele mesmo o
que tinha acontecido. Mas ao final da reunião, no tempo reservado às observações
que mais marcaram a reunião, a médium que serviu de intermediária disse que ele
gostou muito de falar comigo. Eu perguntei: Por quê? A médium disse porque eu
não o acusei de nada, de nenhum abuso, de nenhum excesso, apenas o acolheu na
sua nova necessidade. Para mim, essa informação mudou a maneira de atender os
Espíritos.
E a
construção dos personagens representativos dos participantes de uma reunião
mediúnica, como vai sendo elaborada?
Uma das
tarefas mais difíceis dos responsáveis por reuniões mediúnicas é administrar os
inconvenientes de comportamento dos esclarecedores, dos médiuns falantes e dos
colaboradores fluídicos, além do dirigente é claro, depois que estão instalados.
Levantando
essas ocorrências, chegamos até o momento a 75 inconveniências. Como falar das
inconveniências sem ferir ou melindrar? Bem, para não melindrar é preciso que
essas inconveniências sejam estudadas. Por que são inconvenientes? Que
desconforto produzem? |