|
No segundo,
"Cantar é mover o dom", faço uma análise de letras de músicas populares sob a
luz da reflexão espírita. Ficou muito gostoso e fácil de ler e entender. Tenho
usado esse material em palestras e aulas para os jovens, e os resultados têm
sido extremamente animadores.
Que
outras obras você já escreveu? Qual a fonte de inspiração dessas obras?
Escrevi
dois livros de poesias em parceria com duas pessoas muito queridas a meu
coração, Leila Brandão e Suely Caldas Schubert, ambas do movimento espírita de
Juiz de Fora. Depois, escrevi uma análise sobre a mensagem "Vozes do Espírito",
psicografada por Chico Xavier em 1980. O livro foi publicado pela FEB em 1997.
De lá para cá, vim garimpando idéias para reunir os materiais em novas
publicações, que agora vêm a lume.
Como
jornalista e músico, há benefícios desses conhecimentos para estudo e divulgação
da Doutrina Espírita?
Não há
dúvida. Minhas profissões têm tudo a aproveitar das contribuições do
Espiritismo, o que faço diariamente em minhas atividades profissionais, assim
como me utilizo dos repertórios que adquiro com os aprendizados do trabalho,
para remodelá-los e inseri-los no que for necessário nos labores espíritas.
E seu
trabalho com jovens e crianças? Comente sobre eles e sua experiência.
Faço
trabalhos com crianças e jovens há 25 anos. Tenho aprendido muito com eles.
Assim vou conduzindo meu barco por águas seguras e consistentes. Trago temas
atuais e que porventura façam parte das vivências deles, para debates à luz da
doutrina. Os resultados têm sido fantásticos.
Você
também está bastante ligado ao movimento espírita de Juiz de Fora, sendo amigo
da escritora Suely Caldas Schubert. Comente sobre esse vínculo e a amizade com a
conhecida médium e escritora espírita.
|