Foi quando criei o Projeto FloreSer. Um dos meus incentivadores nesse período foi o próprio Hermínio Miranda, que em uma correspondência me falava da minha maior conquista que era resgatar a minha filha e também dizia para continuar com meu trabalho.

Ele dava muita importância para a divulgação da minha experiência e isso me levou a incluir o tema nas minhas palestras, quando também comecei a ser solicitada para dar cursos e seminários sobre o assunto. A repercussão foi tanta que decidi sintetizar parte desses estudos no livro Crianças Esquecidas, com referências pedagógicas e fontes de pesquisa para quem precisa lidar com essas situações.

 

Quais são seus livros publicados?

Meu primeiro livro foi Acordes do Coração, Editora Sirius, 1998. É um livro autobiográfico onde procuro narrar alguns episódios dessa minha busca de autoconhecimento, em forma de reflexões e exercícios, a partir do meu dia-a-dia.

Diário da Meditação, Editora Sirius, 1999, veio em seguida, inspirado por meu mentor que me levou a viagens espirituais, numa verdadeira mensagem de paz e harmonia e como testemunho de que não estamos sós e nem vivemos só uma vez.

Crianças Esquecidas, Editora Sirius, 2007, como já disse, faz parte do Projeto FloreSer. O livro ajuda a conviver com as diferenças. Nele, procurei fazer uma síntese do que consegui e do que existe de mais avançado nas pesquisas sobre a mente das crianças de hoje. Isso, junto com os estudos e ensinamentos sobre as formas de agir em casa e na escola. É um conjunto de estudos sintetizados que têm na sua base as referências pedagógicas de Kardec, Pestalozzi e outros educadores com visão espiritualista.

 

Há outras obras inéditas? Quais são?

Meu próximo livro tem como título Pedagogia das Diferenças e deverá ser lançado em breve, pela Mythos Editora. É onde narro minha experiência e meus passos, como mãe que foi se informar para lidar com a filha superdotada e os resultados dessa vivência tão rica e gratificante que transformou minha vida.