Nas apresentações procuro falar sempre na linguagem de cada ambiente. Por exemplo, nas casas espíritas, esta mensagem fica ainda mais abrangente, pois posso utilizar os recursos doutrinários. Quando falo em um hospital, procuro falar das dificuldades de relacionamento do dia-a-dia de um hospital e assim por diante.

 

Como suas abordagens estão relacionadas diretamente com a auto-estima, o crescimento pessoal e a superação de desafios, como tem visto a reação e a participação do público espírita e não-espírita, durante as apresentações?

A reação do público é sempre muito interessante e cada vez maior. Observo que as pessoas estão cada vez mais interessadas em conhecer-se a si mesmas e buscar orientações e motivações para bem direcionarem suas vidas. Percebe-se que a criatura humana está cada vez mais convicta de que ela não é apenas um mero resultado de um acidente biológico. Ela é um ser mais complexo, um ser espiritual.

As questões emocionais/espirituais do ser humano nunca ficaram tão expostas diante dele mesmo, como se vê agora. Não sabendo lidar com todas essas questões, o ser humano está procurando de todas as maneiras o apoio de que carece; por isso é importante que as casas espíritas estejam aparelhadas com boas palestras, seminários, cursos doutrinários para atenderem às necessidades do momento. Trazer a doutrina, o Evangelho para o dia-a-dia das pessoas é uma atitude inteligente de todo trabalhador, principalmente dos dirigentes e expositores espíritas.

 

Quais são os temas mais solicitados pelas empresas e pelo movimento espírita?

No movimento espírita os trabalhos mais pedidos são: vencendo dificuldades de relacionamento; não basta estar espírita é preciso ser; como bem aproveitar a existência; o lado luz das provações da vida; depressão: não entre nessa; influências espirituais – o que você deve saber sobre elas; entre Jesus e o mundo; o perfil do trabalhador espírita para o terceiro milênio.