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Pelas
empresas são: vencendo dificuldades de relacionamento; o mundo pode entrar em
crise, você não (para empresários); vende mais quem se comunica melhor; hoje não
basta vestir a camisa da empresa, é preciso suá-la; auto-estima, como
positivá-la; auto-imagem – uma questão de sobrevivência profissional.
Com sua
larga experiência no contato com o movimento espírita, como o tem visto nos
lugares que visita?
Em muitas
regiões, com alegria, tenho encontrado muitas lideranças espiritualizadas e
atualizadas com os nossos tempos. São regiões onde o movimento espírita é
dinâmico, motivado, sem deixar de ser fiel aos postulados. São casas bem
freqüentadas, com trabalhadores que dão muito valor ao estudo doutrinário e
tiveram coragem de quebrar paradigmas em algumas práticas em favor do próprio
movimento.
São
lideranças positivas que conseguiram levantar e mesmo fortalecer grandes
instituições, que hoje, prestam muitos serviços à população e que, naturalmente,
desfrutam de grande credibilidade. Por outro lado, e em número bem menor,
encontro movimentos capengas, instituições que pararam no tempo e no espaço. São
administradas por lideranças cansadas e que não dão oportunidade para os mais
jovens.
Tudo para
estas instituições é sofrido, difícil, quase intransponível. Lideranças que
ficaram presas a história e/ou ocorrências do passado. Vê-se facilmente que em
lugares assim os espíritas mais jovens não têm abertura para trabalhar, só
restando a estes mais novos exercitarem a paciência de esperar os mais velhos
desencarnarem, depois fazer a desobsessão da casa, e aí trazer a instituição
para os nossos dias. Haja paciência!
Existem
casos marcantes que gostaria de descrever entre os vividos?
Tenho
muitos casos marcantes gravados em minha memória decorrentes do meu trabalho de
expositor espírita, porém guardo sempre a alegria de, depois de terminado um
trabalho, ouvir de uma ou mais pessoas, por exemplo: "Foi Deus quem me trouxe
hoje aqui ao centro! Tua palestra era tudo o que eu precisava ouvir."
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