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Quando falamos em humanização
estamos dizendo da necessidade de colocar em prática, nos atos da vida de
relação para com aqueles que comungam do mesmo ideal, os preceitos da própria
doutrina espírita. Fidelidade a Kardec e humanização projetam uma equação
perfeita.
4 -
Tendo como tema central a humanização, como podemos imaginar o centro espírita
do futuro?
Um centro
espírita sem máscaras, sem aparências, sem hipocrisias, onde todos se amam com
sinceridade e se apóiam. Um centro espírita onde todos os seus trabalhadores e
freqüentadores saberão lidar com as diferenças sem nenhum tipo de preconceito.
Um Centro
Espírita dinâmico, atendendo as necessidades individuais e coletivas, sempre com
visão de futuro, onde todos têm oportunidade de progredir estudando e
trabalhando. Um Centro Espírita afetivo, acolhedor e realizador da doutrina.
5 -
Geralmente cada casa espírita que nasce, provém de outra e geralmente por
divergência de opiniões. isto é uma evidência da falta da humanização? ou como
agir diante de graves divergências doutrinárias?
Divergências de opinião e de idéias são naturais entre os homens e não poderia
ser diferente entre nós espíritas. Somos individualidades com personalismo
diferenciado e o entendimento que cada um faz da doutrina e do centro espírita é
particular, de foro íntimo.
O que deve acontecer é o esforço, humilde, de colocar a causa acima do ponto de
vista pessoal, mesmo porque os princípios gerais do Espiritismo e seu finalismo
estão bem claros e não há porque existirem desentendimentos nessa área.
Quando
alguém ou um grupo conclui que pensa diferente dos dirigentes da casa espírita
em que se situa, nada os impede de procurar outro caminho organizando nova casa
espírita. Para que essa decisão não acarrete traumas e dissabores é que propomos
a humanização.
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