Nas escolas e secretarias de educação apresento um projeto de educação moral do ser numa perspectiva holística desse ser e da vida. Isso tem sido muito bem aceito.

 

Em suas viagens doutrinárias espíritas, como tem sentido o movimento espírita?

Com visão muito positiva. Tenho aprendido muito, presenciado ações maravilhosas. Mas nem tudo são flores, existem os espinhos. Devemos trabalhar para conhecer cada vez mais a obra de Allan Kardec e tê-la como orientadora do Centro Espírita, assim como devemos fazer esforços em vivenciar os ensinos e exemplos de Jesus. Nas últimas décadas o movimento espírita cresceu em quantidade e qualidade.

 

Na sua opinião, o que está faltando para melhor estruturar nossas instituições, tanto a nível educativo como a nível de movimento espírita?

Estudar mais Kardec, democratizar a gestão do Centro Espírita, humanizar as relações e erigir a educação como prioridade.

 

Por que há tanto desinteresse na educação integral do Espírito, mesmo considerando o movimento espírita?

Porque não demos ainda a devida importância à educação do Espírito, que é a educação moral proposta por Kardec e pelos Espíritos Superiores. Quando trabalharmos a formação do caráter do ser, atingiremos as causa dos desvios humanos, e todos os males, com o tempo, serão história do passado.

 

Quais as maiores dificuldades, a seu ver, que o movimento espírita tem a vencer para cumprir seus altos e nobres objetivos?

Os espíritas precisamos compreender que sem tolerância, fraternidade e solidariedade fica difícil cumprir o ideal de unificação, que pressupõe primeiro a união.