Há muitas hipóteses, uma delas é que a mãe entra em depressão ao se ver privada de algo dentro de si que era vivo, que era pulsante, presente e agora está afastado do seu interior tendo existência própria.

Outras vezes a mãe sente o peso da responsabilidade com aquele novo ser que respira, que chora, que tem fome, e olha para ele como alguém que vai desabrochar num ser adulto e inconscientemente entra em pânico.

Existem vários outros fatores, como a influência espiritual obsessiva, recordações de vidas anteriores quando a mãe perdeu a criança depois de nascer. Assim, muitos fatos podem determinar o processo da depressão pós-parto.

 

Como se prevenir contra isso?

A mãe fazendo o Evangelho no Lar semanalmente pode iniciar um processo de profilaxia, de prevenção, como também um contato firme e amoroso entre os pais durante a gravidez, onde se dialoga sobre a vida, sobre a criação dos filhos, sobre o próprio amor maternal e paternal.

Talvez não seja algo novo, mas algo que venha amadurecer durante toda essa gravidez e são fatores que podem evitar o problema.

 

Em outro extremo, como se pode analisar a questão dos embriões congelados?

Primeiramente os embriões congelados, na sua maioria e não na sua totalidade, não tem espírito. Isso pode ser justificado na questão 356 do Livro dos Espíritos em que Kardec pergunta se entre os natimortos alguns haverá que não tenham sido destinados à encarnação de Espíritos?

E os Espíritos respondem que "Alguns há, efetivamente, a cujos corpos nunca nenhum Espírito esteve destinado. Nada tinha que se efetuar para eles. Tais crianças então só vêm por seus pais."

Ele continua questionando se pode chegar a termo de nascimento um ser dessa natureza? E a resposta é que: "Algumas vezes; mas não vive."