Que autores espíritas mais lhe agradam?

Emmanuel, Joanna de Ângelis, Manoel Philomeno de Miranda, Amélia Rodrigues, Léon Denis, Deolindo Amorim, Eurípedes Barsanulfo, Yvonne do Amaral Pereira, Nina Arueira, Irthes Terezinha, Bezerra de Menezes, Thereza de Brito, Camilo, André Luiz.

 

Que livros espíritas você considera de leitura indispensável aos confrades iniciantes?

A Codificação Kardequiana em primeiro lugar, claro! Depois, os livros dos autores por mim citados.

 

Se você fosse passar alguns anos num lugar remoto, com acesso restrito às atividades e trabalhos espíritas, que livros pertinentes à Doutrina Espírita você levaria?

Os livros dos autores anteriormente mencionados.

 

As divergências doutrinárias em nosso meio reduzem-se a poucos assuntos. Um deles diz respeito ao chamado Espiritismo laico. Para você, o Espiritismo é uma religião?

Sem dúvida. O Espiritismo é uma religião, como também é uma Ciência e uma Filosofia.

 

Outro tema que suscita geralmente debates acalorados, diz respeito à obra publicada na França por J. B. Roustaing. Qual é sua apreciação dessa obra?

Muito maçuda e antidoutrinária.

 

O terceiro assunto em que a prática espírita às vezes diverge está relacionado com os chamados passes padronizados, propostos na obra de Edgard Armond. Embora saibamos que no geral a opção seja tão-somente a imposição das mãos tal como recomenda J. Herculano Pires, qual é sua opinião a respeito?