Como você vê o nível da criminalidade e da violência que parece aumentar em todo o país e como nós, espíritas, podemos cooperar para que essa situação seja revertida?

A criminalidade e a violência sempre existiram. Os espíritas podem colaborar para que essa situação venha a ser revertida apoiando iniciativas ou criando atividades como as de nossos queridos Divaldo Pereira Franco, J. Raul Teixeira e de instituições espíritas ou não (ONGs) que tenham cunho educacional dirigido para as criaturas das mais variadas faixas etárias e condições sociais, em especial para os mais desvalidos a fim de que o desamparado de hoje não venha a ser o criminoso de amanhã.

 

A preparação do advento do mundo de regeneração em nosso planeta já deu, como sabemos, seus primeiros passos. Daqui a quantos anos você acredita que a Terra deixará de ser um mundo de provas e expiações, passando plenamente à condição de um mundo de regeneração, em que, segundo Santo Agostinho, a palavra “amor” estará escrita em todas as frontes e uma equidade perfeita regulará as relações sociais?

A evolução não dá saltos e deve ser contada não em anos ou séculos, mas em milênios. Acredito que até o final deste terceiro milênio a Humanidade terá se aproximado bastante da condição de poder estagiar em um mundo de regeneração.

 

Em face dos problemas que a sociedade terrena está enfrentando, qual deve ser a prioridade máxima dos que dirigem atualmente o movimento espírita no Brasil e no mundo?

Levar o conhecimento libertador, que é a proposta de Jesus à luz da Doutrina Espírita, para toda a Humanidade. A Divulgação do Espiritismo é a maior caridade que se pode fazer a ele mesmo (segundo Emmanuel) e a todos que venham se beneficiar de suas diretrizes consoladoras quão libertadoras. Divulgação do Espiritismo e exemplificação no bem com Jesus, tal a receita para o enfrentamento dos problemas da sociedade moderna.

 

Fonte: O Consolador - Revista Semanal de Divulgação Espírita