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A
instituição espírita deve se tornar uma comunidade educativa, pela própria
natureza pedagógica da Doutrina. Obviamente que não lidamos com processos
invasivos na intimidade dos frequentadores das casas espíritas, mas podemos
sensibilizar as famílias e os trabalhadores através das diversas atividades já
desenvolvidas no interior das instituições, sem que nos sintamos inibidos de
buscar novas práticas, respeitando o bom senso que deve caracterizar nossos
processos comunicativos e interativos.
Existe
algo, porém, que precisa urgentemente ser repensado entre nós: a casa espírita
não é apenas o ponto de encontro de trabalhadores mas a escola de almas de
irmãos que necessitamos estreitar nossos laços de amizade, inclusive fora do
espaço institucional.
Algo
mais que gostaria de acrescentar?
Gostaria
apenas de agradecer a oportunidade que esta entrevista me proporcionou de
refletir sobre minhas próprias experiências e o quanto ainda temos que realizar
na grande Seara Espírita. Devo ao Espiritismo o melhor que me aconteceu na
presente existência e, tenho certeza, por mais que fizer, não retribuirei o
tanto de valores, ideais, conhecimentos e vivências propiciadores de uma ampla
compreensão da vida que a Doutrina me proporcionou.
Tomara que
algumas dessas ideias possam ir positivamente ao encontro de outras mentes e
corações, pelo mundo da internet que tem proporcionado encontros de almas que
vibram na mesma emoção. Grata.
Fonte:
O Consolador -
Revista Semanal de Divulgação Espírita |