Na época em que começou seu trabalho o Espiritismo não tinha a aceitação social que tem nos dias de hoje. O senhor percebeu ou sentiu na pele algum tipo de preconceito por ser espírita?

Não, nunca.

 

E a sociedade bauruense, sempre respondeu bem à Sociedade Beneficente Cristã, hoje denominada Fundação Sebastião Paiva?

Sim, a sociedade bauruense sempre nos respondeu positivamente. Tive um grande amigo que muito colaborou com nossas obras: Roberto Previdello (desencarnado no ano de 2003) que muito nos auxiliava aqui. Realizamos muitas coisas juntos.

 

Vocês tiveram e têm grande amizade...

Sim, como já disse, trabalhamos muito tempo juntos.

 

Algum fato curioso envolvendo vocês?

Sim, vários, mas há um de que não me esqueço. Certa vez eu sentia muitas dores no peito e fui tomar passe. Foi então que uma entidade espiritual, por intermédio da médium, disse: “Você vai continuar na Terra, quem vem para a espiritualidade é o seu amigo”. E foi justamente isso que ocorreu, pois logo depois Roberto Previdello ficou doente e desencarnou.

 

Ficamos sabendo que muitas moças que cresceram aqui se casaram.

Sim, casamos 25 moças.

 

Elas retornam para visita?

Sim, sempre vêm nos visitar.