Entrevista

Suely Caldas Schubert

Em: Setembro de 2004

Para: Jornal Mundo Espírita

Através de: Marcelo J. de Sousa

 

Nos seis dias em que permaneceu no Paraná a convite das Uniões Regionais Espíritas 10ª, 13ª e Metropolitanas de Curitiba, a escritora e conferencista Suely Caldas Schubert realizou palestras e seminários, cativando o público pela exposição coerente e bem fundamentada nos princípios espíritas.

Atualmente, ela reside na cidade de Juiz de Fora (MG) onde se dedica especialmente à Sociedade Espírita Joanna de Ângelis, da qual é fundadora, e aos trabalhos da Aliança Municipal Espírita. Tem participado em simpósios, conferências e atividades de divulgação doutrinária em vários Estados brasileiros, dedicando-se também a escrever livros, como por exemplo: Transtornos Mentais, O Semeador de Estrelas, e Os Poderes da Mente.

Suely conhece bem a trajetória do movimento espírita no Paraná:

“Desde minha infância, meu pai sempre foi assinante do jornal Mundo Espírita, através do qual fui desenvolvendo o carinho por Lins de Vasconcellos, Abibe Isfer, João Ghignone, e outros vultos do Espiritismo no Paraná”, explica.

Entrevistada pelo jornalista Marcelo J. de Sousa, na Biblioteca da FEP, Suely respondeu questões envolvendo o tema mediunidade e a prática da reunião mediúnica.

 

A mediunidade é um processo expiatório, provacional ou tem um sentido de missão?

Se o médium, na sua atual reencarnação, está vivendo um processo expiatório ou provacional, a mediunidade também se apresentará dentro desse mesmo contexto. Neste caso, a mediunidade não seria considerada uma prova em si, mas faria parte do quadro das experiências do médium.