Alguns de meus irmãos, que já eram espíritas, me ajudaram a vencer o preconceito e as dificuldades; comecei a estudar e a freqüentar as atividades doutrinárias e filantrópicas, até ter condições de exercer a mediunidade ostensiva nos trabalhos de desobsessão e cura.


Desde quando você se apresenta nas instituições espíritas e onde ocorreu sua primeira apresentação em ambiente espírita? Quantas apresentações em instituições espíritas você já somou? Você já esteve fora do estado de São Paulo?

Comecei a utilizar a música no próprio centro que freqüentava, o Centro Espírita São João e São Paulo, nas reuniões de assistência espiritual (1980). Não sei quantas apresentações já fiz em casas espíritas, mas seguramente passam de cem. Diversas vezes por ano canto também em Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Paraná.

 

Como você foi levado a se apresentar em eventos espíritas?

Fui convidado para fazer a abertura musical por ocasião de uma visita de Divaldo Pereira Franco em minha cidade. Depois, com Carlos Baccelli; e não parei mais. Até que comecei a realizar minhas próprias palestras com música.

 

O que o motiva à música? E por que a preferência pelo violão?

Minha maior motivação é o bem que a música traz às pessoas e aos desencarnados. O violão é uma extensão de meus braços; nele corre meu sangue, pulsam meu coração e meus sentimentos.


Quando você se apresenta, qual o envolvimento espiritual que sente? Descreva as sensações.

Sinto uma energia maravilhosa me banhando. É como se eu fosse uma antena retransmissora dessa energia para as pessoas.