De tudo já realizei um pouco,como médium e como espírita. Atualmente, porém, como médium, limito-me à psicografia, à oratória, à colaboração na imprensa espírita, ao Esperanto, à correspondência doutrinária e a um pouco de assistência doutrinária e a um pouco de assistência social nos meios espíritas.

Possuo também a faculdade de efeitos físicos (materializações),mas, não me interessando por esse gênero de trabalho espírita não a utilizo.

 

Que pretende para a vida espiritual? Ou já se afinou com ela?

Nenhum de nós poderá fazer projetos para a vida espiritual. Nosso futuro em Além Túmulo depende das ações praticadas durante a vida terrena, ou seja, dos méritos ou deméritos adquiridos neste mundo.

Nada posso pretender, portanto, da outra vida. Cabe-me apenas esperar pela justiça e a misericórdia de Deus. Não resta dúvida, porém, de que vivo mais da vida espiritual do que da material, há muitos anos.

 

A psicologia e a Parapsicologia podem explicar cientificamente os fenômenos de psicografia?

Não, porque propositadamente, os investigadores contrários à tese espírita não querem explicá-los, assim como nenhum outro fenômeno espírita.

Fecham os olhos para não ver, tudo atribuindo ao inconsciente, quando o “maior livro de Parapsicologia escrito até agora é “O Livro dos Médiuns”, de Allan kardec, tal a declaração de um erudito espírita brasileiro. O fenômeno da psicografia é mediúnico, carecendo sempre de um agente espiritual independente do médium. Não havendo esse agente, isto é, o Espírito comunicante, deixará de haver psicografia.

O mais que os senhores parapsicólogos têm feito é apontar fenômenos de animismo aliá-los aos fenômenos mediúnicos, ou seja, fenômenos produzidos pelo Espírito do próprio médium e não por um espírito desencarnado; nesta última hipótese a Parapsicologia para, quando devia continuar .